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Cássio repudia bate-boca no Senado: "Não se pode vencer pela força física"

Bate-boca entre senadores impediu leitura de relatório da Reforma Trabalhista

Cássio critica "briga" no Senado (Foto: Da Net)
O vice-presidente do Senado, o paraibano Cássio Cunha Lima (PSDB), repudiou em discurso na tribuna da Casa, a confusão que impediu leitura de relatório da Reforma Trabalhista no Senado. A confusão teria sido iniciada pelo senador paraibano, mas eleito pelo Rio de Janeiro, Lindbergh Farias (PT), após a votação do requerimento que pedia o adiamento da leitura do relatório, favorável à aprovação da reforma, perder por 13 a 11 na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

“Aqueles que são vencidos pelo voto não podem usar a força física, depredando o patrimônio do Senado ao arrancarem microfones de mesa, ao ameaçar a integridade física de um homem de íntegro, de bem, probo, honesto, decente e competente [referindo-se a Tasso Jereissati]”, comentou.

Tasso ia passar a palavra para o relator Ricardo Ferraço (PSDB-ES), quando foi impedido por um exaltado Lindbergh Farias. Em sua fala, Cássio disse ainda que na democracia as únicas armas possíveis são a palavra e o argumento.

“Espero que essa Casa possa refletir sobre esse momento gravíssimo que o Brasil vive e compreender que na democracia a única arma é a palavra, o único instrumento de combate é o argumento. Quando se perde a força da palavra e o poder do argumento não se poderá vencer pela força física”, concluiu.

Do Wscom

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