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Efraim Filho e Cássio criticam manifestantes que ocuparam Brasília

O senador acrescentou que o direito à manifestação é constitucional, mas ressaltou que o vandalismo não pode ser tolerado            

Manifesto correu ontem em Brasília (Foto: Da Net)
O vice-presidente do Senado Federal, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), manifestou-se hoje a respeito das manifestações que integraram o movimento "Ocupa Brasília" e disse que elas "paralisaram a cidade, depredaram o patrimônio público e promoveram atentados em série na Esplanada dos Ministérios".

“A diferença dos protestos de hoje com os de ontem, com os movimentos de rua a favor do impeachment da então presidente Dilma, reside na quantidade de pessoas e na qualidade das manifestações. No passado eram milhões em clima de ordem e de paz. Hoje são milhares com desordem e guerra” -  pontuou Cássio.

O senador acrescentou que o direito à manifestação é constitucional, mas ressaltou que o vandalismo não pode ser tolerado:             

“Direito à manifestação é uma salvaguarda da democracia. Mas o vandalismo, a baderna e a depredação do patrimônio público são crimes, e, como tais, não encontram amparo na Constituição Federal nem tampouco a aprovação do povo brasileiro” – afirmou o vice-líder do Senado Federal.

No plenário da Câmara, o deputado federal Efraim Filho (DEM) disse que a polícia foi agredida. Ele pediu que os parlamentares voltassem a trabalhar. Ao ocupar a mesa do plenário, os oposicionistas estenderam uma faixa com a frase “Fora Temer”. O deputado Mauro Pereira (PMDB-RS) arrancou a faixa das mãos dos deputados, o que provocou certo tumulto. Durante a confusão ouviu-se também no plenário gritos de "Lula na cadeia", em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente da sessão, deputado André Fufuca (PP-MA), tentou manter o andamento dos trabalhos, mas decidiu suspender e depois encerrar os trabalhos.

A sessão deliberativa do plenário da Câmara foi suspensa e encerrada após forte protesto dos partidos de oposição ao governo que criticavam a ação da policial durante manifestação que ocorria na Esplanada dos Ministérios. Alguns líderes partidários ocuparam a mesa do plenário da Câmara gritando “Diretas Já, o povo quer votar”.

Enquanto os deputados discutiam a Ordem do Dia, milhares de manifestantes protestavam contra as recentes denúncias de corrupção no governo, além das reformas trabalhista e da Previdência. A oposição tentava obstruir o andamento da sessão para evitar a votação da pauta, quando do lado de fora do Congresso teve início um confronto entre manifestantes e agentes da Polícia Militar do Distrito Federal.

Do ParlamentoPB

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