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Saúde emite nota e explica que idosa se recusou a ficar no Trauminha

O texto diz que a idosa se recusou a continuar internada e que não competiria à equipe obrigá-la  a ficar, já que estava lúcida

Idosa teria fugido do Trauminha (Foto: Da Net)
A propósito da morte de uma paciente que fugiu do Hospital Ortotrauma e foi encontrada morta a poucos metros do prédio, a secretaria municipal de Saúde emitiu uma nota na qual se exime de responsabilidade no ocorrido. O texto diz que a idosa se recusou a continuar internada e que não competiria à equipe obrigá-la  a ficar, já que estava lúcida.

Segue a íntegra da nota:

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que a paciente Maria das Neves da Silva, de 63 anos, ingressou no Complexo Hospitalar de Mangabeira Governador Tarcísio de Miranda Burity, em Mangabeira, na última segunda-feira (24), com dores abdominais, havendo identificação de cálculo na vesícula biliar.

A paciente foi submetida a exames de ultrassonografia, mas não foi operada de imediato devido ao seu histórico de doença cardiovascular prévio – foi operada há 10 anos -, diabetes – é usuária de insulina - e por estar com pressão arterial oscilante. Devido aos problemas dela, foi necessário fazer uma avaliação do quadro da paciente para que houvesse indicação de procedimento cirúrgico.

Ela foi posta em monitoração e houve realização de acesso venoso e de exames para avaliação da parte cardiológica, não sendo constatado risco iminente. O problema de cálculo biliar não é caracterizado um procedimento de urgência.

A paciente Maria das Neves, residente a 500 metros do Complexo Hospitalar de Mangabeira, esteve lúcida e consciente durante todo o período em que esteve na unidade hospitalar. Na manhã desta quarta-feira (26), já com a pressão arterial estabilizada, após ser tratada com hidratação e analgesia, ela arrancou o acesso venoso e se negou a continuar internada.

A equipe de saúde do hospital pediu para que ela permanecesse, mas não é possível obrigar um paciente lúcido e consciente a dar continuidade ao tratamento. A família foi comunicada da evasão, assim que a paciente saiu da unidade hospitalar.

Do ParlamentoPB

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