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Deputados paraibanos que traíram Temer sofrem retaliações

Titulares de cargos do Governo Federal na Paraíba começaram a ser substituidos

Wellington Roberto reclama de retaliação (Foto: Da Net)
Dois dias após a vitória na Câmara, começaram as retaliações a integrantes da base que votaram contra o presidente Michel Temer. E os primeiros atingidos são os parlamentares paraibanos. 

A exoneração de Gustavo Adolfo Andrade de Sá da diretoria de Administração e Finanças do Dnit será publicada no “Diário Oficial” desta sexta (4), diz a Folha de São Paulo, na coluna Painel.

Gustavo Adolfo foi indicado para o cargo pelo deputado Wellington Roberto (PR-PB), que votou contra Temer. O pedido de punição partiu do ministro dos Transportes, Maurício Quintella (PR).

Segundo a coluna, O Planalto espera que as outras siglas da base façam pente-fino em suas bancadas, identifiquem os traidores e peçam a cabeça de seus indicados no governo.

Pedidos de punição

A reclamação e os pedidos de punição a partidos e parlamentares da base aliada que "traíram" o presidente Temer e votaram pela aceitação da denúncia por corrupção passiva contra ele vem do Centrão, grupo do qual PP, PR, PSD e PTB fazem parte e do qual Temer saiu ainda mais dependente após a votação da quarta-feira.

A artilharia mais pesada será contra o PSDB, legenda que possui quatro ministérios e teve expressiva votação contra o parecer que barrava a denúncia. Entre os tucanos que votaram contra Temer está o deputado federal Pedro Cunha Lima.

O líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou ontem que o momento é de "serenidade", mas defendeu que é preciso fazer uma avaliação criteriosa sobre o resultado da votação. "O momento é de avaliar o resultado com muito critério e respeito aos parlamentares que deram demonstração de lealdade ao presidente", afirmou o parlamentar paraibano, cujo partido também deu votos contrários a Temer.

Do ParlamentoPB

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