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Atentado em Manhattan: ao menos oito mortes e vários feridos

Prefeito de Nova York fala em "ato terrorista covarde". Suspeito foi preso, mas ainda não teve identidade revelada

Segundo as autoridades, seis indivíduos morreram no local e outros dois no hospital (Foto: Carta Capital)
Pelo menos oito pessoas morreram atropeladas nesta terça-feira 31 no sudoeste da ilha de Manhattan, em Nova York, após uma caminhonete invadir uma ciclovia.

O Departamento de Polícia da cidade (NYPD) informou que, após bater num outro carro, o motorista saiu do veículo segurando o que pareciam ser "imitações de arma de fogo". Ele recebeu disparos de policiais e foi detido. 

Segundo as autoridades, seis indivíduos morreram no local e outros dois no hospital. Além delas, há 11 feridos registrados, mas o número ainda pode aumentar.

Numa conferência de imprensa de emergência, o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, classificou o atropelamento como "ato terrorista especialmente covarde". Segundo o governador do estado, Andrew Cuomo, o ataque foi cometido, de acordo com os dados já obtidos na investigação, por uma só pessoa, e afirmou que no momento não há outras ameaças à cidade relacionadas ao atentado.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, qualificou o homem que atirou a caminhonete contra ciclistas de um "doente e perturbado". "Em NYC parece ser outro ataque de uma pessoa muito doente e perturbada", tuitou o presidente. "As autoridades acompanham isto de perto. NÃO NOS EUA!"

A porta-voz da Casa Branca Sarah Huckabee Sanders disse que Trump acompanha atentamente o caso e que "nossos pensamentos e orações estão com todos os afetados".

Segundo os serviços de emergência, o ataque ocorreu às 15H06 (17H06 Brasília) nas ruas Chambers e West Street, no bairro de TriBeCa, na zona da Stuyvesant High School, enquanto a cidade celebrava a festa do Halloween. 

A caminhonete invadiu a rua West, uma ciclovia também usada para pedestres, atropelando quem estava no caminho. O motorista está sob custódia, tem 29 anos e alugou o veículo no Home Depot, uma loja de utilidades domésticas. As autoridades disseram que não vão divulgar o nome do suspeito no momento. 

Da Carta Capital

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