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Empresa culpa prefeitura de Sumé por suspensão dos atendimentos

A investigação apura irregularidades em serviços odontológicos com verbas do Sistema Único de Saúde (SUS)

CEO de Saumé (Foto: Da Net)
O MPF vem a público esclarecer que a assessoria de comunicação da Sarkis informou ontem (19) que não foi a empresa que decidiu pela suspensão dos atendimentos dos pacientes de implantes dentários no Centro de Especialidade Odontológica (CEO) de Sumé (PB), como foi divulgado pela imprensa local.

Em virtude da nota publicada no dia 18.11.2017 pelo Ministério Público Federal (MPF), a Sarkis esclarece que a paralisação dos atendimentos foi determinada no Decreto nº 1187, publicado em 10.11.2017 pela Prefeitura Municipal de Sumé.

A Sarkis esclarece, ainda, que foi enviado à prefeitura um ofício informando o posicionamento contrário da empresa e manifestando o interesse em continuar realizando os tratamentos, tendo em vista que em nenhum momento foi determinada judicialmente a paralisação dos atendimentos.

O MPF em Monteiro, por sua vez, esclarece que "o diretor da empresa, em declarações à imprensa, em nenhum momento informou que a suspensão dos serviços era decorrente de ato da prefeitura, ao contrário, informou que a prefeitura e a empresa estavam preocupadas com a suspensão dos serviços e que, tão logo concluídas as investigações, os atendimentos seriam retomados".

“Até a publicação da nota do sábado (18), no site oficial do MPF, a empresa não tinha se posicionado acerca da suspensão dos serviços por ato da prefeitura. A informação só chegou ao MPF após a nota ser divulgada”, ressaltou a procuradora do caso.

A fase ostensiva da Operação Titânio foi deflagrada no último dia 7 de novembro, em decorrência de trabalho conjunto do Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal (PF) e Controladoria-Geral da União (CGU).

A investigação apura irregularidades em serviços odontológicos com verbas do Sistema Único de Saúde (SUS).

Do Wsom com assessoria

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