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Trabalhadores vão às ruas em Campina e protestam contra Temer e Governo Romero

A manifestação foi iniciada na Praça Clementino Procópio e depois todos saíram em passeata pelas principais ruas da cidade

Centenas de trabalhadores de vários segmentos; Cagepa, Energisa, Saúde Educação municipal, Bancários, Movimentos dos Sem-Terra, Comerciários, etc, ocuparam as ruas de Campina Grande neste dia 10 desde cedo, defendendo os direitos negados pelo Governo Federal e denunciando também o Governo Municipal campinense, que fechou restaurantes populares, abandona postos de saúde e ainda quer privatizar a Cagepa, através de uma PPP – Parceria Público-Privada.

Trabalhadores e sindicais ocuparam as ruas de Campina Grande (Foto: Assessoria)
A manifestação foi iniciada na Praça Clementino Procópio e depois todos saíram em passeata pelas principais ruas da cidade: Avenida Floriano Peixoto, ruas Venâncio Neiva, 7 de Setembro e Maciel Pinheiro, encerrando com um ato público e cultural na Praça da Bandeira.

Ao fazer uso da palavra, no carro de som, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas da Paraíba, Wilton Maia Velez, também denunciou a grave situação que o trabalhador vem passando, notadamente porque a partir deste dia 11, entra em vigor a Reforma Trabalhista: “Os empresários dizem que empregos foram e serão gerados com esta Reforma. Na verdade, teremos empregos temporários e direitos trabalhistas rasgados”.

No decorrer da manifestação, outras lideranças também falaram, representando o Sintab, Sem-Terra, CBT, Sintep, Bancários, CUT, etc e, denunciaram, da mesma forma, retirada de Direitos por parte do Governo Federal, as privatizações no serviço público federal e no Governo Romero Rodrigues.

Manifestantes protestaram contra Governo Temer e PMCG (Foto: Assessoria)
A passeata fez parada em vários locais para uso das palavras de sindicalistas e outras pessoas. Em frente ao único Restaurante Popular existente na cidade, na “Floriano Peixoto”, os dirigentes classistas lamentaram que milhares de pessoas foram prejudicadas com o fechamento dos restaurantes e das cozinhas populares.

Da Assessoria/Stiupb

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