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Manoel Jr ignora pré-candidatura de Maranhão e convoca MDB para apoiar Cartaxo

Vice-prefeito convoca diretório de João Pessoa para apoiar prefeito da Capital

Cartaxo e Manoel Jr (Foto: Da Net)
Três dias depois do senador José Maranhão avançar nas articulações para ter apoio do PSDB indicando Vice na sua chapa para o Governo do Estado, o Presidente do diretório municipal do PMDB em João Pessoa e o vice-prefeito de Manoel Junior ignorou esa realidade e convocou reunião da executiva do partido na Capital para tomar uma decisão sobre os rumos que os peemedebistas precisam adotar na sucessão estadual. 

Segundo ele, o MDB poderá assumir a prefeitura da maior cidade da Paraíba com ele se o titular Luciano Cartaxo for candidato ao Governo com seu apoio, até porque argumenta o fato de Luciano liderar a disputa em todas as pesquisas realizadas em 2017.

DIZ MANOEL JÚNIOR - “Na nossa avaliação, o MDB tem duas grandes prioridades nas eleições deste ano: buscar o comando da Capital do nosso Estado, João Pessoa, que é motor da economia da Paraíba, respondendo por cerca de 30% do PIB. A outra prioridade é garantir as cadeiras do partido na Câmara Federal, na Assembleia Legislativa e no Senado Federal”, argumenta Manoel.

A reunião do diretório municipal foi convocada para as 15h da próxima quarta-feira (10). Na opinião do vice-prefeito, o PMDB deve apoiar a candidatura de Luciano Cartaxo ao governo porque este é o caminho mais seguro para o fortalecimento do partido e das oposições no Estado.

“Respeitamos muito as posições divergentes e as demais postulações no nosso campo. Mas está cada vez mais evidente, dada a força que o nome de Luciano Cartaxo conquistou em toda a Paraíba, que o prefeito representa a melhor opção para todos nós”, salientou, apostando na unidade dos partidos de oposição.

Manoel Junior disse ainda que o debate entre os aliados deve se dar em torno de um projeto de transformação para a Paraíba. “Nós temos um conjunto de políticas públicas e resultados robustos para defender nas ruas, durante as eleições. O que não podemos é cometer o erro de tomar decisões subordinadas a interesses particulares ou que só favoreçam os nossos adversários”, alertou

Da Redação do Wscom

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