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Rebelião em presídio de Goiás deixa detentos mortos; Globonews fala em 13 vítimas fatais

Internos invadiram ala de rivais; ao menos dez detentos ficaram feridos

Cela destruída em presídio em Aparecida de Goiânia (Foto: O Globo)
Detentos do regime semiaberto de um presídio na Região Metropolitânia de Goiás iniciaram uma rebelião na tarde desta segunda-feira. Segundo informações do G1, presos da Colônia Agroindustrial, que fica no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, invadiram uma ala onde estão detentos rivais, dando início ao motim. A Superintendência Executiva de Administração Penitenciária (Seap) informou que há mortos no local. Segundo a Globonews, ao menos 13 presos morreram.

Ainda de acordo com o G1, colchões dentro do presídio foram incendiados, e o Corpo de Bombeiros foi chamado para conter as chamas. Ao menos dez presos ficaram feridos. Eles foram encaminhados ao Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa).

Mais cedo, durante a madrugada, presos de outra penitenciária de Goiás renderam um vigilante com o objetivo de iniciar uma rebelião. Segundo o G1, os detentos da Unidade Prisional de Santa Helena, no sudoeste do estado, queriam agredir rivais dentro da unidade. O agente foi liberado após 1h30m de negociação. Nove presos ficaram feridos.

CRISE PENITENCIÁRIA EM 2017

Há um ano, no dia 1º de janeiro de 2017, uma rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, deixou 56 presos mortos. Na época, outras penitenciárias do Norte e do Nordeste registraram atos de revolta entre os presos.

No Amazonas, presos da Unidade Prisional do Puraqueuqara (UPP) também se rebelaram, um dia depois dos detentos do Compaj. Quatro presos foram mortos nesse motim. No dia 4 de janeiro, foram registradas mortes de detentos na Paraíba. E, no dia 6, uma rebelião em Roraira deixou 33 mortos. Um novo ápice da crise penitenciária ocorreu no Rio Grande do Norte, quando 26 detentos foram mortos na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, no dia 14 de janeiro. A rebelião durou 13 dias. Naquele mês, também foram registradas mortes de detentos em Maceió e São Paulo.

De O Globo

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