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COLUNA A. SANTOS! Editor desclassifica acusador sem prova e com passado manchado

Arte doentia de acusar

Caríssimo (internauta) leitor

Nas contendas ideológicas, sobretudo nas searas políticas, seria de bom alvitre que, quem estiver inserido não tenha passado nem presente desabonador. Acusar alguém, inclusive por fanatismo, não exime de a mesma pessoa ser acusada. As vezes o passado está bem ali, condenando alguém com provas irrefutáveis, mas o indivíduo torna-se cego, sobretudo quando está com a "chibata de justiceiro" às mãos. A política é a arte da multiplicidade de ideias, opiniões, acertos e erros.

Portanto, quando se pensa que está acertando, vez por outro o homem entra num vendaval de incoerências profundas. Classificar alguém disso ou daquilo, merece muita compenetração e provas irrefutáveis, inclusive até se chegar as últimas instâncias para consolidar a acusação. Quem acusa (presumo) tem de ser alguém de conduta ilibada. Se seu passado tiver um pingo de sujeira, tenha certeza vai ser acusado também.

Antonio Santos (Foto: Fato@Fato)
O homem, sobretudo o atual, é escravo daquilo que possui, pensando ser eterno e soberano. No entanto, as vezes esquece que constitui-se num elemento (ser humano) transitório. Quando faz a passagem (morre) deveria deixar um postulado de honra e honestidade. No entanto, ao agir como acusador sem provas, vai ser acusado mesmo após sua partida para o infinito. Não estando mais no plano terrestre, sequer terá como se defender, ficando a máxima de seus acusadores, manchando seus familiares e parentes para século, sem fim e amém.

O destino de quem acusa é, indiscutivelmente, um dia ser acusado, inclusive com proporções mais duras, independentemente do lugar (céu ou inferno) onde esteja habitando. Há uma máxima que diz: "quem bate esquece, mas aquele que apanha nunca mais apaga da memória as tapas recebidas". Mesmo assim é o sistema e o habitat do acusador.

O passado sujo do acusador de agora, sobretudo de quem acusa por fanatismo político, ideológico ou religioso, merece tratamento idêntico em qualquer situação, seja hoje ou futuramente. 

Um forte e sincero abraço a todos. Paz e bem!

ANTONIO SANTOS - Editor de Fato a Fato
Contatos com a coluna: 99365-1823 (WhatsApp)

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