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Prefeito de São José de Caiana acusa governador de perseguição política; Governo nega

O gestor disse que o município está sendo alvo de perseguição pelo fato dele não votar no candidato de Ricardo Coutinho

Prefeito José Leite (Foto: Da Net)
O prefeito de São José de Caiana, José Leite, ocupou os microfones da rádio POP (89,3 FM), de João Pessoa, para responsabilizar o governador Ricardo Coutinho pela não renovação do convênio do transporte escolar.

O gestor disse que o município está sendo alvo de perseguição pelo fato dele não votar no candidato de Ricardo Coutinho ao Governo do Estado.

“Nós estamos no dia 11 de maio e não fomos chamados para assinar o contrato do transporte escolar. A gente transporta 529 alunos dos sítios. Se ele não mandar os recursos do transporte escolar eu vou chamar os pais e explicar que a prefeitura não tem a mínima condição de transportar os alunos. Vou dizer quem é, que é o governador, por perseguição política. Agora, eu não voto nele e nem no candidato que ele indicar”, afirmou.

Governo do Estado nega perseguição política contra prefeito de São José de Caiana

A assessoria de Comunicação da Secretaria de Educação do Estado enviou nota rebatendo as acusações feitas pelo prefeito de São José de Caiana, José Leite, de que estaria havendo perseguição política do governo do Estado em relação ao transporte escolar no município. Ele usou um programa de rádio para dizer que o município está sendo prejudicado com a não renovação do convênio do transporte escolar por causa da sua posição política nas eleições de 2018.

De acordo com a secretaria da Educação, a renovação do convênio com o Município de São José de Caiana já foi aceita. Tanto que a primeira parcela do pagamento está programada para fim de maio, e a segunda parcela para o fim de junho. O convênio é uma responsabilidade do Município em parceria com o Estado, no entanto, o prefeito não entregou as informações básicas sobre o convênio no prazo correto. “Atrasar com sua parte e dizer que é perseguição é desculpa de quem não tem compromisso com a educação”, diz a secretaria.

Afirma ainda que “o Governo do Estado repele essas tentativas de utilização política de alguns agentes quando a causa da não efetivação é promovida pela própria Prefeitura que erra na preparação das propostas. Os convênios não são impositivos, nenhuma prefeitura é obrigada a aceitar essa ajuda espontânea dada pelo Estado”.

De Os Guedes

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