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Vereador nega envolvimento na morte de Marielle

'Estou sendo massacrado nas redes sociais por algo que foi dito por uma pessoa que a gente não sabe nem a credibilidade que tem', alegou Siciliano. Ele ainda disse que não acredita que morte de colaborador tenha sido 'queima de arquivo'

Vereador Marcello Siciliano (Foto: G1)
O vereador Marcello Siciliano (PHS) chamou, durante entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (9), de mentirosa a acusação de seu envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco.

“Gostaria de esclarecer, antes de mais nada, a minha surpresa com relação ao que aconteceu ontem (terça, 8). A minha relação com a Marielle era muito boa, não estou entendendo por que esse factoide foi criado contra a minha pessoa. Estou sendo massacrado nas redes sociais por algo que foi dito por uma pessoa que a gente não sabe nem a credibilidade que tem. Nunca tivemos conflito político em região alguma. Ela esteve no meu aniversário. Em Curicica eu não tive muitos votos”, garantiu Siciliano.

Nesta terça (8), o jornal O Globo informou, em reportagem exclusiva, que uma testemunha procurou a Polícia Federal para falar sobre o caso Marielle. A testemunha teria contado à PF que o vereador e o ex-PM Orlando Araújo queriam a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL).

Ainda segundo a publicação, a testemunha decidiu contar o que sabe porque está jurada de morte. O delator teria sido ameaçado pelo ex-policial militar Orlando Oliveira de Araújo, que cumpre pena na Cadeia Pública Bandeira Stampa, conhecida como Bangu 9.

A motivação do crime, de acordo com o depoimento, foi o avanço de ações comunitárias de Marielle em áreas de interesse da milícia na Zona Oeste.

A vereadora foi executada com quatro tiros na cabeça na noite de 14 de março. Na ação, o motorista Anderson Gomes também foi atingido e morreu e uma assessora foi ferida por estilhaços.

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Do G1

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