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Presidente do Stiupb critica extinção do Ministério do Trabalho

Para Wilton Maia, há um equívoco muito grande por parte do Governo de transição

Wilton Maia (Foto: Assessoria)
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas na Paraíba (Stiupb), Wilton Maia Velez, classificou a extinção do Ministério do Trabalho pelo futuro Governo Bolsonaro como mais uma ação contra a classe trabalhadora e aos direitos conquistados a duras penas ao longo de décadas pela classe trabalhadora.

“Este anúncio faz parte do pacote de medidas já iniciado na gestão Temer para desproteger o trabalhador, quando foi permitida a Terceirização de todas as atividades no serviço público, além da Reforma Trabalhista. Vemos tudo isso com preocupação. Quando se extingue um Ministério desta qualidade, criam-se as condições ideais para mais precarização do trabalho e ainda haverá redução ou ausência nas fiscalizações nas empresas, quanto às condições de trabalho”.

Para Wilton Maia, há um equívoco muito grande por parte do Governo de transição quando coloca políticas de emprego e relações entre empregado e empregador em Pastas distintas: “Políticas de emprego, fiscalização das condições de trabalho e relações trabalhistas são unas e agora estarão espalhadas, num prejuízo que só o tempo mostrará o tamanho dele”, destacou o dirigente sindical.

O presidente do Stiupb disse que o Brasil vai voltar ao tempo antes de 1930, quando as questões relativas ao mundo do trabalho eram tratadas pelo Ministério da Agricultura, mas que na realidade, eram praticamente ignoradas pelo governo da época.

Da Assessoria de Imprensa/Stiupb
Em 05.12.18, às 16h

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