OPINIÃO! Antonio Santos comenta omissões de político de Guarabira
Omissão costumeira
Caríssimo (internauta) leitor;
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| Antonio Santos (Foto: Arquivo Pessoal) |
É o caso da costumeira omissão do vice-prefeito da cidade, Raimundo Macedo, sobretudo quando o tema é polêmico e, mesmo estando sob seu domínio, ele prefere “lavar as mãos”, “fazer ouvido de mercador” e deixar o assunto perder força para não se prejudicar com o grupo ao qual pertence.
Cito, coincidente ou não, o caso do empresário Deda Claudino que, depois de ajudar e muito na eleição de Léa (prefeita) e Raimundo (vice), foi alijado das conversações pós pleito de 2024 para a formação do futuro secretariado, bem como de tema similares em torno da gestão vindoura.
Deda serviu para apoiar, votar, dá ideias, mobilizar os amigos e participar da eleição de Léa e Raimundo antes e durante a campanha. Depois de eleita, a gestora, quando assumiu em 2025, esqueceu de tudo que Claudino fez, preferindo tê-lo fora do grupo, como assim ocorreu.
O empresário chegou até a abdicar da condição de vice (como vinha sendo cotado) para ceder a vaga a um recente companheiro de partido que estava chegando ao MDB, no caso o então vereador Raimundo Macedo, que também estava presidente da Câmara Municipal.
Vendo o amigo alijado do grupo e, sabedor dos motivos do alijamento, sequer o “amigo” Raimundo externou publicamente um gesto de solidariedade ao empresário Deda Claudino, preferindo praticar o que mais sabe fazer na política local, se omitir de assuntos que podem comprometê-lo com quem segue politicamente.
E a omissão de Macedo não se resume só ao caso de Deda. Desde o tempo em que esteve vereador e presidente da CM de Guarabira, temas como o caos no Mercado Público, a creche do Alto da Boa Vista, as enchentes na Pedro II, o Matadouro Municipal, a falta de médicos e medicamentos nos PSF’s, a buraqueira nas estradas vicinais, dentre outros de mesmo naipe, nunca foram por ele debatidos abertamente, pois o prefeito da época, Marcus Diôgo, poderia não gostar.
Como se vê, o vice-prefeito atual de Guarabira não se omitiu somente com o “amigo” Deda. Seu histórico de omissão vem desde antes. Para não se indispor com Léa e Camila, Raimundo prefere aceitar e assinar em baixa a forma como Claudino foi tratado após a eleição de 2024.
Omisso, sem externar publicamente quaisquer gestos de apoios, Macedo também agiu com o ex-prefeito Marcus Diôgo, os vereadores Alcides Camilo e Gerson do Gesso, o ex-vereador Armando Mallaguty, dentre outros que ajudaram a elegê-lo vice-prefeito de Guarabira.
Se emitiu gestos de apoio, pelo menos pessoalmente com aqueles os quais o “fizeram” vice-prefeito da cidade, Raimundo agiu na surdina, sem o consentimento de Léa e Camila Toscano. Mas o fez. Como não externou solidariedade publicamente com quem o ajudou ascender ao cargo que ora ocupa, Macedo foi omisso novamente, preferindo agir na contramão dos grandes homens públicos.
Um forte e sincero abraço para todos e todes. Paz e bem!
Por ANTONIO SANTOS/Editor de Fato a Fato

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