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OPINIÃO! A. Santos comenta deslealdades políticas de Veneziano

De traição Vené entende mais

Caríssimo leitor;

Antonio Santos (Foto: Arquivo Pessoal)
Não pode e muito menos deve a “mídia caseira” orientada por Veneziano está tratando a decisão de José Aldemir e da prefeita de Cajazeiras, Corrinha Delfino, de traição. Não esqueçam os paraibanos que de deslealdade política o presidente estadual do MDB entende mais.

Quem não lembra do voto favorável do então deputado federal Veneziano Vital do Rego pelo impeachmente de Dilma Rousseff? Orientado pelo Grupo do Golpe e sabedor do que estava fazendo contra a Nação e o ex-presidente Lula, mesmo assim Vené foi inapelável.

Naquele tempo, a orientação para consolidar o golpe vinha do clã Bolsonaro e do então vice-presidente da República, Michel Temer, que, seria (como foi) o grande beneficiado com a cassação de Dilma, uma vez que assumiria o comando do Governo Federal.

A traição de Veneziano foi tão vil, sobretudo ao povo brasileiro, que se vivo estivesse, seu pai, o grande tribuno e honrado homem público paraibano chamado Antonio Vital do Rego, jamais deixaria que o filho cometesse tal deslealdade política. 

A gula pelo poder de Veneziano é tão visível e marcada em sua índole política que, em 2022, estando aliado de João Azevêdo durante quatro anos, rompeu com o governador e se lançou candidato ao Governo do Estado. 

O ato de Vené, que passou quatro anos se beneficiando do Governo do Estado, foi considerado traição pura. Daquelas deslealdades cujas nuances e entrelinhas todos sabem os motivos. E sabem qual foi o resultado? O cabeludo amargou derrota feia nas urnas e sequer conseguiu eleger a esposa deputada estadual.

Quase todo ato de traição vem ensejado por oportunismo. Em Campina Grande, por exemplo, Veneziano sempre foi adversário dos Cunha Lima. Mas, para agregar apoios em seu projeto de reeleição ao Senado em 2026, não é que o cabeludo traiu suas próprias ideologias e convicções políticas, aliando-se a quem sempre combateu?

Sem o menor zelo com o que sempre defendeu, dizendo inclusive ser o candidato a senador de Lula na Paraíba, Vené também dialogou e até tentou, pensando em ganhos partidários (voto), composição política com Marcelo Queiroga, um dos mais autênticos defensores e seguidores do bolsonarismo dos últimos tempos em terras tabajaras. 

Veneziano, ao que tudo indica, só não sacramentou a aliança com Queiroga, pois parece ter levado um corretivo de Lula.

Sinceramente, a Paraíba sabe, tem farto conhecimento e não deixará sem um corretivo eleitoral exemplar a quem traiu a Nação brasileira, apoiou integralmente o golpe, fez o mesmo com o governador João Azevêdo e se aliou a adversários para ganhos partidários, traindo até seus próprios princípios ideológicos, políticos e etc.

Um forte e sincero abraço para todos e todes. Paz e bem!

Por ANTONIO SANTOS/Editor de Fato a Fato
Em, 01.12.2025/WhatsApp 9 9692-9040
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