Em Campina Grande, servidores cobram pagamento de salários e ameaçam greve
Servidores ocuparam a Secretaria de Educação, ameaçaram greve e acusaram Bruno Cunha Lima de “empurrar decreto com a barriga”
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| Professores ocuparam Secretaria de Educação e cobram pagamento de salários ao prefeito de Campina Grande (Foto: @sintab_pb) |
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Entre as principais reivindicações estão a publicação do decreto das progressões do magistério e a correção do salário mínimo dos servidores do Apoio.
O vice-presidente do SINTAB, Napoleão Maracajá, fez críticas diretas ao prefeito Bruno Cunha Lima. Segundo ele, o decreto que atualiza as progressões já teria sido construído em parceria com a gestão municipal, mas ainda não foi publicado.
“O SINTAB fez o trabalho do prefeito e construiu, em parceria com a gestão, o decreto para atualizar as progressões; agora com o decreto em mãos, o prefeito empurra com a barriga sua publicação”, afirmou.
Durante o ato, os servidores ocuparam de forma pacífica as dependências da Secretaria de Educação, que, segundo o sindicato, estava sem atividades no momento. O protesto contou com apresentações dos violeiros Luciano Leonel e Rogério Meneses, que entoaram versos críticos à condução administrativa do município.
A mobilização também foi marcada por denúncias relacionadas à merenda escolar. De acordo com a diretora Glaucineth Cavalcante, há casos de servidores que estariam comprando alimentos com recursos próprios para suprir a falta de itens nas unidades.
“Tem servidores que estão tendo que comprar do próprio bolso os alimentos das crianças”, declarou.
Em nota pública divulgada durante o movimento, representantes da categoria afirmaram que a falta de diálogo, atrasos e impasses administrativos estariam gerando desmotivação e insegurança entre os trabalhadores. O sindicato sustenta que a valorização dos servidores é essencial para garantir a qualidade dos serviços prestados à população.
Com o indicativo de greve mantido, a expectativa agora se volta para a próxima assembleia, quando a categoria poderá deliberar sobre paralisação das atividades caso não haja avanço nas negociações com a Prefeitura de Campina Grande.
Créditos: Fonte 83

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