Vereador aponta discrepâncias em concurso público da PMG; veja
Renato Meireles também criticou a política de redução de cargos efetivos ao longo dos anos
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| Vereador Renato Meireles (Foto: Divulgação) |
De acordo com o vereador, a gestão municipal conta com cerca de mil profissionais contratados, entre cargos comissionados, contratados diretos e funcionários vinculados a empresas terceirizadas, enquanto o concurso público prevê apenas 170 vagas. “É uma afronta a quem está estudando diariamente em busca de uma oportunidade”, declarou.
Na tribuna, Renato Meireles detalhou que a Prefeitura possui 231 cargos comissionados e cerca de 240 contratados diretos. Ele também mencionou a atuação de empresas terceirizadas, como a Shalom, que, segundo ele, possui 272 funcionários pagos com recursos públicos, ao custo de mais de R$ 11 milhões, além de outros contratados por meio da empresa MB.
O parlamentar ainda criticou o que chamou de redução significativa de vagas em áreas essenciais quando comparado ao processo seletivo realizado anteriormente. Como exemplo, citou o cargo de enfermeiro, que teria passado de quatro vagas no processo seletivo para apenas uma no concurso, mesmo havendo cerca de 25 profissionais contratados sem vínculo efetivo. Situação semelhante, segundo ele, ocorre com fisioterapeutas, que tiveram redução de 12 para três vagas, além de outras áreas como nutrição e farmácia, com apenas uma vaga ofertada em cada.
Outro ponto levantado foi a ausência de vagas para cuidadores no certame. O vereador destacou a importância desses profissionais no acompanhamento de crianças com autismo e necessidades especiais, ressaltando a carência desse serviço no município.
Renato Meireles também criticou a política de redução de cargos efetivos ao longo dos anos e afirmou que a atual proposta de concurso não atende às demandas da população. “Acabaram com cargos efetivos e agora apresentam um número reduzido de vagas. Isso não corresponde à realidade do município”, concluiu.
Por Geano Souza

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