TRE alega falta de provas cabais e rejeita cassação de Cícero e Leo
Julgamento ocorreu nesta segunda-feira, 4, no Tribunal Regional Eleitoral
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| Cícero Lucena e Leo Bezerra (Foto: Reprodução) |
Concordando com o procurador regional eleitoral, Marcos Queiroga, o juiz afirmou que pessoas ligadas ao tráfico de drogas foram nomeadas na Prefeitura de João Pessoa, mas reiterou a falta de provas concretas da conexão com o resultado do pleito na última eleição para Prefeitura de João Pessoa.
“Diante de um quadro probatório frágil e insuficiente para gerar a certeza necessária de que os candidatos eleitos se beneficiaram diretamente do esquema, e considerando a expressiva margem de votos que legitimou sua vitória nas urnas, a preservação da soberania popular se impõe. A cassação de um mandato é a medida mais drástica no processo eleitoral e só deve ser aplicada quando a normalidade e a legitimidade do pleito forem inequivocamente comprometidas, o que não foi demonstrado de forma cabal nos presentes autos”, complementou.
Sobre a Operação Território Livre
A operação visa combater o crime de aliciamento violento de eleitores e é batizada de “Território Livre” em referência à liberdade que os eleitores devem ter de ir e vir e também de exercer o seu voto.
Agora prefeito da capital, diante do afastamento de Cícero para se candidatar ao Governo do Estado nas eleições de outubro desde ano, Leo Bezerra comentou sobre o caso. Questionado pelo MaisPB, o prefeito disse que, se identificar, exonerará pessoas ligadas à facções.
Fonte: MaisPB

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