No Senado, João Azevêdo quer rever custeio da saúde
Candidato a senador pelo PSB diz que vai lutar para ampliar recursos destinados à segurança pública
![]() |
| João Azevêdo é candidato a senador (Foto: Divulgação) |
Na saúde, João afirmou que pretende trabalhar no Senado por uma redistribuição dos recursos federais destinados ao custeio do Sistema Único de Saúde (SUS). Para o candidato, os valores transferidos atualmente não acompanham as despesas assumidas pelos estados para manter hospitais, serviços especializados e programas de média e alta complexidade.
“A redistribuição de recursos está equivocada. Ela precisa ser melhorada e eu vou lutar para que isso aconteça”, afirmou João. Ele destacou que a Paraíba mantém 36 hospitais e quatro UPAs e lembrou programas implantados durante sua gestão, como o Opera Paraíba, Paraíba Contra o Câncer e Coração Paraibano, além da expansão dos serviços de média e alta complexidade para o Sertão.
João citou como exemplo o Opera Paraíba, que, segundo ele, já realizou 282 mil cirurgias, e ressaltou a necessidade de garantir recursos permanentes para que estados e municípios possam ampliar o atendimento. “O sistema de saúde do Brasil precisa ser melhorado em vários aspectos, principalmente no que se refere ao custeio. O valor efetivamente transferido está abaixo das despesas que o Estado precisa para manter a saúde”, disse.
Mais recursos para a segurança
Na área da segurança pública, João Azêvedo defendeu a efetiva implantação de um sistema nacional nos moldes de outras políticas públicas, com participação financeira permanente do Governo Federal. A proposta inclui a criação de um fundo constitucional para a segurança, além da integração dos serviços de inteligência dos estados.
“Tem que ter um sistema em que todas as inteligências dos estados estejam conectadas e com financiamento, com um fundo constitucional estabelecido para a segurança. Não se faz segurança pública sem investimento em inteligência e novos equipamentos”, afirmou.
O ex-governador argumentou que o enfrentamento ao crime organizado exige uma atuação que ultrapasse as fronteiras estaduais, e citou o tráfico de drogas e de armas como exemplos de problemas que demandam maior participação da União, tanto no controle das fronteiras quanto no financiamento das ações de segurança.
Fonte: Assessoria de Imprensa

Deixe seu comentário