Pastor pede desculpas após polêmica envolvendo filho de advogado

Com a aceitação do pedido de perdão pelo advogado, o episódio foi encerrado entre os envolvidos

Pastor Cláudio e o advogado Neto Alencar (Foto: Reprodução)
Guarabira (PB) - O pastor Cláudio Monteiro, da Igreja Presbiteriana de Guarabira, pediu desculpas nesta quarta-feira (14) ao advogado Manoel Alencar, em um comentário na própria postagem do Guarabira em Foco que repercutiu a polêmica envolvendo o filho do advogado, uma criança que apareceu segurando uma bandeira do Partido dos Trabalhadores (PT).

A polêmica começou após o pastor comentar a publicação com críticas à exposição política da criança. Na ocasião, ele escreveu: “Alienaram uma criança. Meu Deus, que ela não more num presídio mais tarde”.

A declaração provocou reação do advogado, que criticou as palavras do religioso e defendeu o filho. O caso ganhou repercussão nas redes sociais e gerou debates em Guarabira.

Após a repercussão, Cláudio Monteiro publicou um pedido de desculpas nos comentários da postagem do Guarabira em Foco. Na mensagem, reconheceu a gravidade das palavras utilizadas e demonstrou arrependimento.

“Minhas palavras foram inadequadas, injustas e profundamente dolorosas”, escreveu o pastor, que também reconheceu ter ultrapassado os limites do respeito ao associar a criança à possibilidade de, no futuro, acabar em um presídio.

O religioso afirmou que não havia justificativa para o comentário e assumiu integralmente a responsabilidade pelo que escreveu.

“Errei, pequei e assumo integralmente a responsabilidade”, declarou.

Cláudio Monteiro também pediu perdão ao advogado, ao filho dele e a toda a família, lamentando ter transformado uma divergência política em uma agressão pessoal. Ele ainda esclareceu que suas palavras foram de responsabilidade individual e não representam os valores da Igreja Presbiteriana.

Após o pedido de desculpas, Manoel Alencar respondeu: “Águas passadas, aceito suas desculpas”.

Com a aceitação do pedido de perdão pelo advogado, o episódio foi encerrado entre os envolvidos, após a repercussão que o caso ganhou em Guarabira.

Fonte: @guarabiraemfoco
Em 16 de outubro de 2026

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