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OPINIÃO! Colunista de Fato a Fato critica reforma da Previdência

Façam o que eu Digo, mas não façam o que eu Faço!

Essa frase quando pronunciada por determinadas pessoas, pode causar além de muita desconfiança, uma terrível sensação de estar sendo passado para trás, como se é possivelmente entendido na linguagem popular. O governo federal, no entanto, através de suas propagandas buscando incentivar a população a apoiar a reforma previdenciária, deixa transparecer uma sensação idêntica a que essa frase usada como título de nosso artigo proporciona, ou seja, a terrível sensação de estar sendo passado para trás, e o que é pior em tudo isso, é que parte diretamente daquela autoridade máxima do País que deveria ao contrário, causar confiança e satisfação na população.

Professor Jorge Lucena (Foto: Da Net)
Um dos motivos que as propagandas do governo usam para justificar a reforma previdenciária, é que alguns funcionários públicos que ganham numerários acima das expectativas normais, e que trabalham pouco e por pouco tempo, estão também sendo aposentados muito cedo, pois além de contribuírem pouco para a previdência, estão se aposentando muito cedo. Tudo isso poderia e faria sentido, se ele, o próprio chefe do executivo nacional, não estivesse gozando de uma aposentadoria adquirida aos 55 anos de idade com um valor superior aos R$ 30.000,00, isso sem falar nos benefícios que possui como chefe do executivo nacional. Diante de fatos tão absurdos, tentam ainda manipular a consciência do cidadão Brasileiro e trabalhador, que enfrentam todos os dias os mais diversos tipos de problemas relacionados ao seu trabalho, que vão desde as péssimas condições de transporte e os riscos de serem assaltados pela falta de segurança, até as péssimas condições de trabalho, a aceitarem uma previdência que só lhes dará o direito de se aposentarem aos 70 anos de idade. 

Como se não bastasse, a população brasileira é testemunha a cada dia que passa das verdadeiras farras feitas, por diversos setores do poder público com o erário do povo, como troca de veículos por outros mais luxuosos e mais caros, variedades de petiscos especiais para serem consumidos como lanche em pleno expediente, tudo isso sem falar na ineficiência da receita federal na interceptação de malas de dinheiro, que por vez ou outra são interceptadas pela polícia federal nas várias investigações de políticos corruptos. Por outro lado a eficiência da receita federal chega a ser implacável com um professor que chega a ganhar pouco menos que dois salários mínimos, por exemplo, além de outros agentes públicos que procuram no seu dia a dia contribuir com o seu trabalho honesto para o progresso da nação.

Portanto diante de fatos absurdos e inegáveis, é que o povo principalmente no pleito eleitoral de 2018, não devem fazer o que “ELE” diz, mas sim o que as suas consciências mandam, procurando dessa forma a libertação dessa verdadeira escravização moderna. Digam não a esse tipo de reforma da previdência, e digam sim a uma reforma justa e igualitária sem benefícios nem privilégios a quem quer que seja.

Autor: Jorge Lucena dos Santos (professor, colunista de Fato a Fato)

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