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Sobrinha de Vené ganha cargo na PBGÁS com salário maior que o da CMCG

Pâmela Vital do Rego tem 26 anos de idade e, apesar do apoio familiar e de uma campanha considerada milionária, obteve apenas 1.298 votos

Pâmela e o tio Veneziano Vital do Rego (Foto: A Palavra)
Durante quatro meses (121 dias), entre o final do ano passado e o começo deste, a jovem Pâmela Vital do Rego Freire assumiu em Campina Grande o mandato de Vereadora em vaga aberta por Olímpio Oliveira (MDB), que pediu licença para tratar de assuntos pessoais.

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Sobrinha do senador Veneziano Vital do Rego (ainda PSB), Pâmela é segunda suplente na coligação que o MDB fez parte nas últimas eleições municipais e a sua ascenção à vereança se deu por um “mimo” do tio depois de uma operação de “engenharia política” que conseguiu afastar o primeiro suplente Metuselá Agra para um cargo no Estado e convencer o atuante Olímpio Oliveira a ceder seu lugar para que a jovem debutasse no Legislativo e pusesse fim à depressão que lhe acometeu por causa da derrota nas urnas, tida por ela e familiares como improvável.

Pâmela até que se movimentou bastante nos 121 dias de mandato, destacando-se pela parceria pessoal que firmou com uma instituição hospitalar filantrópica da cidade para a realização de mamografias, que intermediava pelo seu gabinete, para mulheres da camada mais pobre do Município.

Faltando um ano para o encerramento da atual Legislatura, não se tem notícia de que Pâmela possa voltar à Casa Félix Araújo, a não ser em caso de morte de algum titular. O próprio Olímpio, que a gosto ou contragosto já fez a sua parte, não se sente mais na obrigação de largar o mandato para consolar a imberbe suplente.

O certo é que Pâmela, na verdade, não está mais nem aí para isso.

Titio Veneziano já conseguiu para a amada sobrinha uma ótima sinecura no Governo do seu novo guru, João Azevedo, e com uma remuneração tão supimpa que é capaz de afastar para longe qualquer tipo de depressão ou algo que o valha...

A neta de Nilda Gondim é a chefe do setor de Auditoria Interna da Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) e, com status de diretora, tem contracheque equivalente a uma vez e meia ao de Vereador em Campina Grande, um prêmio realmente consolador.

Pâmela tem 26 anos de idade e, apesar do apoio familiar e de uma campanha considerada milionária, obteve apenas 1.298 votos. 

A PBGÁS

A Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) completou 25 anos de atuação no mercado registrando crescimento de 10% nos segmentos residencial/comercial em relação a dezembro do ano passado. A companhia ultrapassa os 19 mil clientes residenciais e comerciais, que já sentem as vantagens do gás canalizado.  A meta da companhia é fechar o ano com mais de 20 mil clientes ligados à rede de gasodutos dentro de alto padrão de eficiência e segurança.

A carteira de clientes da PBGÁS inclue ainda 42 indústrias e 38 postos de combustíveis que fornecem GNV.  Dentre os principais clientes da PBGÁS estão as maiores indústrias do estado Elisabeth, Alpargatas, Coteminas, os shoppings Manaíra, Mangabeira e Pátio Altiplano em João Pessoa e Pargage e Luiza Mota, em Campina Grande, e prédios de alto padrão como o Tour Geneve, mais alto do Nordeste, com 182 metros de altura e 54 pavimentos e um mirante que se tornou ponto turístico devido a uma vista panorâmica do litoral da grande João Pessoa.

Empresa de economia mista, que tem como acionistas o governo da Paraíba, a GASPETRO (empresa controlada pela Petrobras) e a Mitsui Gás e Energia do Brasil, a PBGÁS nestes 25 anos já distribuiu 2,3 bilhões de metros cúbicos de gás canalizado que ajudam a mover a nossa indústria, comércios, condomínios e mais de 25 mil veículos GNV. Atualmente a rede de gasodutos da PBGÁS possui 330 km em 14 municípios paraibanos.

A diretora–presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano, destacou o papel da PBGÁS no desenvolvimento econômico da Paraíba e também na geração de cerca de 150 empregos diretos e indiretos por ano. “Nesses 25 anos, a PBGAS tem sido muito importante na atração de indústrias que usam o Gás Natural como fonte de energia e na geração de empregos indiretos, a partir da disseminação de suas diversas aplicações”.

Tatiana Domiciano destacou que a companhia orçou para este ano R$ 7,4 milhões em expansão de rede de distribuição de gás canalizado em João Pessoa e Campina Grande e os investimentos continuarão em 2020 no sentido de atender ao estado com total segurança e de aproximar, ainda mais, os serviços da PBGÁS da população paraibana.  A companhia tem, também, como meta atingir a marca dos 20 mil clientes com a chegada da rede de distribuição a novos bairros como Bessa e conclusão do Jardim Oceania, em João Pessoa, e aos bairros do Centro, Alto Branco e Bodocongó em Campina Grande com a ligação de grandes empreendimentos.

O diretor Técnico Comercial, Paulo Campos, lembrou que há 10 anos a PBGÁS possuía apenas 200 clientes e estará fechando este ano com 20 mil clientes, o que demonstra como a empresa cresceu nos segmentos residencial e comercial, gerando boa energia também para as maiores indústrias do Estado. Ele também destacou outras conquistas que marcaram o ano como a ampliação da rede de distribuição que possibilitou a ligação de grandes clientes como a termoelétrica Epasa, o Bar do Cuscuz, Condomínio Dalas Park e o complexo empresarial e hoteleiro Heron Marinho, as duas últimas em Campina Grande.

De acordo com a diretora administrativa financeira, Taciana Amaral, a companhia vem crescendo a cada ano em função da dedicação dos seus funcionários e de um trabalho focado na boa gestão e nas melhorias contínuas. Taciana comemora o crescimento nos segmentos residencial, a chegada aos 300 empreendimentos e a conexão, somente este ano, de cinco novas indústrias que movimentam a economia do estado.

Da Redação de A Palavra
Publicada por F@F em 13.12.19, às 02h12

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