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Namorado de Gugu pede reconhecimento de união estável na Justiça

Além do reconhecimento da união homoafetiva e a divisão dos bens adquiridos desde novembro de 2016, Thiago também quer uma indenização de R$ 100

Thiago e Gugu (Foto: Reprodução/Isto É)
Thiago Salvático, chef de cozinha e que ficou conhecido por ser o namorado de Gugu Liberato, acionou seus advogados para entrar com um processo de reconhecimento de união estável homoafetiva com o apresentador, que morreu em novembro do ano passado. Ele pede a partilha de bens cumulados durante o período em que estiveram juntos. As informações foram divulgadas pelo Notícias da TV.

A ação está protocolada na 9ª Vara de Família e Sucessões do Foro Central da Comarca de São Paulo. Thiago diz ter se relacionado com o apresentador por mais de sete anos, sendo que três foram levando uma vida conjugal.

O Notícias da TV teve acesso ao processo e os advogados detalharam como era o relacionamento do cliente com Gugu, desde o dia que se conheceram, em novembro de 2011, até a morte.

A defesa incluiu comprovantes de inúmeras viagens que eles fizeram juntos ao redor do mundo, tendo mais de 40 destinos, como Espanha, Ilhas Maldivas, Dubai, Finlândia, Áustria, África do Sul, México, França, entre outros. Trechos de conversas por meio do aplicativo WhatsApp também foram anexados, constando os apelidos carinhosos do casal, como “Paxtel” e “Poxinha”.

Além do reconhecimento da união homoafetiva e a divisão dos bens adquiridos desde novembro de 2016, Thiago também quer uma indenização de R$ 100 e que os réus arquem com as custas processuais.

O Notícias da TV informa que entrou em contato com Maurício Traldi, advogado de Thiago Salvático, mas ele não quis fornecer mais detalhes do processo. Apenas afirmando que não irá se manifestar neste momento.

Em contato feito pela assessoria de Nelson Willians, advogado que representa a viúva Rose Miriam, com a IstoÉ Gente, ele afirma que entende que esse é mais um episódio que expõe a família e a reputação do apresentador, além de uma tentativa sórdida de criar tumulto processual.

“Não tive acesso ao processo, mas, de antemão, pergunto: o relacionamento era público, contínuo e com o objetivo de constituir família? Não é possível sequer saber se realmente houve um relacionamento, porque não me consta que Gugu se assumisse homossexual. Admitindo-se que houve um relacionamento que não de amizade, o que é questionável, reafirmo, a Justiça tem parâmetros bem definidos para ponderar os fatos”, diz o advogado.

Por Isto É
Publicada por F@F em 07.05.2020, às 18h12

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