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Cinco nomes já são especulados para a disputa do Senado pela Paraíba

Para Galdino, um dos possíveis candidatos, o problema seria a dificuldade da disputa com apenas uma vaga em jogo

Possíveis candidatos ao Senado (Foto: Reprodução/PB Agora)

João Pessoa-PB - Faltando um ano e meio para as eleições do ano que vem, na qual a Paraíba elegerá um senador para substituir Nilda Gondim (MDB) e completar a bancada da Paraíba junto a Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e Daniella Ribeiro (Progressistas) no Parlamento, três nomes despontam como fortes pré-candidatos. O deputado federal Efraim Morais (DEM); o assessor especial do presidente do Banco do Nordeste, Bruno Roberto (PL); e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Efraim anunciou a pré-candidatura e já conta com uma adesão forte para a sua campanha: a do senador Veneziano Vital do Rêgo, que também é presidente do MDB na Paraíba. Bruno Roberto (PL) ainda não anunciou apoios para a sua pré-candidatura, mas conta com o apoio do grupo político cujo o seu pai, o deputado federal Wellington Roberto (PL) lidera. Marcelo Queiroga, por sua vez, espera uma aprovação boa à sua atuação como ministro para se cacifar para a disputa. Ele transita bem na esfera política tanto de Brasília quanto da Paraíba.

Outros nomes que são ventilados para a disputa são os do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino; e o do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (Progressistas). Porém, para esses dois, existem alguns complicadores.

Para o segundo citado, o principal problema é o fato de sua irmã, Daniella Ribeiro, já estar com vaga no Senado. Dois “Ribeiro” no mesmo cargo pegaria mal. A solução seria Daniella encabeçar a chapa majoritária como candidata a governadora da Paraíba, com Aguinaldo ocupando a vaga do Senado na chapa. Porém, por enquanto, a aliança entre Progressistas e Cidadania, partido do atual governador, João Azevêdo, segue em pé.

Para Galdino, o problema seria a dificuldade da disputa com apenas uma vaga em jogo. São três senadores por estado com mandato de oito anos. Em uma eleição se elege dois; na outra, um. Se ele não vencer, serão quatro anos sem mandato eletivo, com ele sendo obrigado a ocupar alguma secretaria ou superintendência por quatro anos.

Do PB Agora
Publicada por F@F em 07.04.2021

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