Sindicato emite nota e critica duramente PM de Guarabira; veja motivos
Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Guarabira não havia emitido comunicado oficial rebatendo as críticas do SINTEMG
Guarabira (PB) - O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município de Guarabira (SINTEMG) divulgou uma nota pública expressando forte descontentamento com a postura do Executivo Municipal após a publicação da Medida Provisória (MP) nº 74/2026. O texto, assinado pela prefeita Léa Toscano, circulou no Diário Oficial do Município na última sexta-feira (30).
Segundo a diretoria do sindicato, a nova medida falha em atender às pautas de reivindicação que visam a valorização do Magistério Municipal. A entidade aponta que a gestão municipal perdeu a oportunidade de corrigir defasagens históricas na carreira dos servidores da educação.
Principais Reivindicações Na nota, o SINTEMG lista três pontos cruciais que foram deixados de fora da MP 74/2026:
Equiparação Salarial: O sindicato exige que educadores infantis, intérpretes de libras e de braile tenham seus vencimentos equiparados aos dos professores, conforme estabelece a Lei Federal nº 15.326/2026.
Progressão de Carreira: A categoria cobra o acréscimo das colunas VIII e IX nas tabelas de vencimentos, permitindo a progressão horizontal na carreira.
Salário Família Defasado: Um dos pontos mais críticos levantados é a falta de atualização do salário família. Segundo o SINTEMG, o último reajuste ocorreu ainda no ano de 2012, durante a administração da ex-prefeita Fátima Paulino.
Investimento na Educação A nota encerra com um posicionamento político sobre a gestão dos recursos públicos. Para o sindicato, a valorização dos profissionais “não é um gasto, é um investimento na qualidade da educação”, ressaltando o impacto direto no ensino das crianças, especialmente na educação infantil.
Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Guarabira não havia emitido comunicado oficial rebatendo as críticas do SINTEMG.
Leia a nota abaixo
Fonte: Blog do Ikeda

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