Header Ads

NOVO ARTIGO! Colunista de Fato@Fato expõe sua opinião sobre a crise econômica do País

Por que o povo deve pagar a conta da crise econômica sozinho?

Professor Jorge Lucena (Foto: Fato@Fato)
A prática mais comum em nosso País quando se trata de momentos de crise, é e sempre foi penalizar o trabalhador Brasileiro adicionando impostos e novas taxas, além de um crescente aumento exorbitante nas contas essências como Água, Luz e combustíveis. No entanto os nossos representantes tanto do poder executivo quanto do legislativo, continuam vivendo em um mundo completamente imune a qualquer tipo de crise, ou seja, não são afetados nos seus benefícios pessoais, adquiridos diante dos cargos que ocupam o que de forma humana é injusto e deplorável, já que enquanto um assalariado no qual eles representam têm o valor de sua conta de Luz regulada por bandeiradas, que aumentam de forma exorbitante de acordo com o consumo e a crise nacional, os seus representantes regulam para mais os seus benefícios e nem um tipo de sacrifício econômico é esboçado, ficando os mesmos a vontade para elaborar projetos que obrigam o trabalhador Brasileiro, a pagar as dívidas geradas por más administrações, desvios de verbas e conchavos políticos, resultantes das várias articulações planejadas no intuito de conseguir propinas cada vez mais altas, dentro das administrações públicas.

Diante dos palanques em períodos eleitorais, os mesmos representantes que ora não esboçam qualquer tipo de ajuda financeira, no sentido de ajudar o trabalhador Brasileiro nessa luta desigual, contra uma crise que maltrata e agride o povo Brasileiro, declaram-se defensores do povo e que farão qualquer tipo de sacrifício na luta em defesa da economia e da soberania do trabalhador. Eis agora uma proposta a ser defendida em todos os parlamentos, inclusive no congresso nacional, e tenho certeza que essa proposta tem o apoio da grande maioria da população Brasileira, ou seja, implantar por decreto a nível nacional uma redução de 10% do salário de todo parlamentar Brasileiro, inclusive dos governadores e prefeitos, enquanto prevalecer na economia nacional o fantasma dessa crise a tanto anunciada. Esse desconto deverá ser direcionado única e exclusivamente para os setores da saúde pública, principalmente as unidades especializadas no tratamento de câncer. Podendo essa redução nos benefícios delegados aos nossos representantes, ser diminuída de acordo com a queda da crise que afeta a economia nacional.

Fica dessa forma aqui divulgada a oportunidade daqueles parlamentares, que se intitulam veementemente como defensores do povo em períodos de campanha eleitoral, demonstrarem na hora certa o quanto são ou não, verdadeiras as palavras pronunciadas com tanto vigor diante dos vários palanques espalhados Brasil afora, e que o sacrifício em defesa do cidadão e da população Brasileira há tanto “defendido” pelos mesmos é real e não mais uma hipocrisia. Esperamos que da mesma forma com que o projeto da reforma previdenciária foi amplamente discutido e covardemente aprovado, também sejam analisadas propostas como essas que não beneficiam um único indivíduo, mas toda uma população penalizada cada vez mais com a redução de seus sagrados benefícios como o acesso a uma saúde de qualidade. Chega! Basta de projetos meia boca, que não passam na realidade de obrigações parlamentares.

Por Jorge Lucena (professor, articulista de Fato@Fato)

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.