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Via Engenharia também é citada por supostos 3% de ‘propina’ a RC

Ainda segundo a delação, a empresa Via Engenharia teria pago de propina 3% dos contratos firmados com o Governo do Estado da Paraíba, na gestão de Ricardo Coutinho (PSB)

Ex-governador Ricardo Coutinho (Foto: PB Agora)
Novos trechos da delação premiada da ex-secretária Livânia Farias para a Operação Calvário, vieram à tona nesta sexta-feira (10).

De acordo com a ex-secretária ocorreram pagamentos de propina por parte da Via Engenharia e envolvimento da Organização Social ABBC que teria bancado o avião usado na campanha do ex-governador Ricardo Coutinho em 2014.

Ainda segundo a delação, a empresa Via Engenharia teria pago de propina 3% dos contratos firmados com o Governo do Estado da Paraíba, na gestão de Ricardo Coutinho (PSB).

Confira o trecho:

“Em seu depoimento disse: “QUE a VIA ENGENHARIA foi com IVAN BUTIRY para recebimento e também foi na sede da empresa em Brasília conversar com NOLLI no período da campanha de 2012, 2014, 2016 e só não foi em 2018; QUE NOLLI era a ligação/operador da VIA ENGENHARIA; QUE era com NOLLI que conversava para saber como seriam os pagamentos; QUE havia um acerto, dito por NOLLI, que tudo que se pagasse ao consórcio, pois era um consórcio da QUEIROZ GALVÃO, VIA e MARQUISE seria 3%; QUE quem pagava era a VIA e IVAN que pegava; QUE uma vez foi com LEANDRO em Brasília e recebeu o dinheiro; QUE ficaram num hotel em Brasília e distribuiu para os fornecedores.”

Sobre a Organização Social ABBC, ela teria bancado o avião usado na campanha de Ricardo Coutinho (PSB) nas eleições 2014.

Confira:

“Em seu depoimento disse: “QUE não havia acerto de propina com a empresa ABBC como havia com a Cruz Vermelha mas houve um pedido nas eleições de 2014; QUE foi a São Paulo conversar com um representante de nome EDSON; QUE ligou para EDSON e o mesmo disse que estava no exterior; QUE teve uma discussão com EDSON pois o mesmo estava no exterior em plena campanha eleitoral; QUE EDSON mandou uma pessoa e disse a ela que estava precisando de um valor para pagar o avião; QUE isso foi em agosto; QUE ficou determinado que ele entregaria R$50.000,00 (cinqüenta mil reais) de entrada para o locador do avião e depois ele entregaria mais R$50.000,00 (cinqüenta mil reais);”

Do PB Agora
Publicada por F@F em 11.01.20, às 19h22

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