Header Ads

Pesquisa aponta que Bolsonaro seria reeleito no segundo turno em 2022

A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 23 de dezembro junto a 2.500 eleitores de 470 cidades dos 27 estados do Brasil

Presidente Bolsonaro (Foto: Adriano Machado/Reuters)
Pesquisa elaborada pelo Poder Data, do site Poder 360, aponta que se eleição presidencial de 2022 fosse realizada hoje, Jair Bolsonaro teria 36% das intenções de voto no primeiro. Ele também seria reeleito com 44% da preferência do eleitorado no segundo turno. O levantamento, porém, não traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um possível adversário do ex-capitão.

A pesquisa aponta que no primeiro turno Bolsonaro teria 36% das intenções de votos caso contra 13% de Fernando Haddad (PT), 10% de Ciro Gomes (PDT), 9% do apresentador Luciano Huck (sem partido), 7% do ex-juiz Sergio Moro, 5% de Guilherme Boulos (PSOL), 3% de João Doria (PSDB), 3% de João Amôedo (Novo), 1% de Flávio Dino (PCdoB) e 1% do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. Outros 7% disseram que anulariam ou votariam em branco e 5% não souberam ou não quiseram responder.

Nos cenários traçados para um eventual segundo turno, Bolsonaro também venceria os adversários. O apresentador Luciano Huck teria o melhor desempenho, 38%, contra 44% de Bolsonaro. Em seguida, aparece o ex-juiz Sergio Moro, com 36%. Neste cenário, Bolsonaro teria 43% das intenções de voto. Bolsonaro teria, ainda, 44% da preferência do eleitorado contra 35% de Ciro Gomes.

Bolsonaro também ganhara de Guilherme Boulos, com 46% contra 34% do líder do MTST. Caso a disputa fosse contra Fernando Haddad, o ex-capitão teria 48% contra 35% do petista. Bolsonaro também seria reeleito com 46% sobre 31% de João Doria.

A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 23 de dezembro junto a 2.500 eleitores de 470 cidades dos 27 estados do Brasil. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Vacina

A pesquisa também apontou que a rejeição a uma vacina contra a Covid-19 cresceu 9 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, passando de 19% para 28%. Outros 60% tomariam o imunizante contra  67% no estudo realizado um mês antes. Em julho, esse índice chegou  85%.

Do Brasil 247
Publicada por F@F em 26.12.2020

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.