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Imbróglio envolvendo Podemos não tira partido da base de João Azevêdo

Partido na Paraíba era presidido na Paraíba por Galego do Leite, ex-vereador em Campina Grande

Deputada federal Renata Abreu (Foto: Agência Câmara)
João Pessoa (PB) - Mesmo após a executiva nacional do Podemos ter realizado mudanças no comando da sigla na Paraíba, a presidente do partido, deputada federal Renata Abreu, garante que a legenda seguirá na base de apoio do governador João Azevêdo em 2022. Recentemente, a vice-presidente do diretório do Podemos na Paraíba, a secretária Ana Cláudia, assim como presidente, o ex-vereador de Campina Grande Galego do Leite, foram destituídos de suas funções sem prévio aviso.

A líder nacional do Podemos afirmou em entrevista à emissora de rádio da Paraíba, na última sexta-feira, que a decisão foi tomada em conjunto com o próprio grupo que compõe o partido no estado (informação que não foi confirmada pela, agora ex-vice-presidente, Ana Cláudia, esposa do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB)). “Foi uma decisão do próprio grupo do Veneziano.

– A Ana foi candidata a nossa deputada federal, mas com as alterações recentes com no MDB, com Veneziano assumindo o comando do MDB, é natural que haja uma migração do grupo dele para o MDB. Estive na Paraíba, conversei muito com a Ana se se fato ela ficaria no partido. Ela falou que, de fato, não podia garantir, o que é natural, já que o esposo dela é presidente do MDB (na Paraíba). Então, desde o momento em que Veneziano foi para o MDB, houve uma inativação provisória no Podemos. O Podemos, desde aquela época, estava sem comando – explicou Renata Abreu.

A presidente nacional do Podemos destacou ainda que a decisão do senador Veneziano de assumir o comando do MDB na Paraíba desativou automaticamente o comando do Podemos no estado. “É natural do processo político que todo grupo político migre junto com ele”, argumentou.

Renata Abreu admitiu ainda que conversou com o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, sobre o gestor comandar a sigla no estado. No entanto, segundo a deputada, a ideia da mudança partidária era não gerar nenhum trauma com o grupo político do governador, ao qual Bruno faz oposição. “Tenho um carinho enorme pelo Bruno, que hoje está no PSD por sua ligação com Romero, então, não é do grupo do governador e o Podemos está muito alinhado com o governador”, concluiu a presidente.

Do PB Agora
Publicada por F@F em 19.07.2021

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