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Homem é condenado por matar garota de programa que recusou sexo

Caíque Castro foi julgado na quinta (19) por atirar no rosto de Luana Garcia, de 18 anos, em maio de 2021 em Santo André. Ela morreu com tiro no olho esquerdo. Justiça aplicou pena de 12 anos de prisão ao réu. Ele alegou que disparo foi acidental, após discussão por ela desistir do programa

(Foto: Reprodução/Polícia Civil, Google Maps e Arquivo pessoal)
São Paulo (SP) - Um homem foi julgado e condenado na semana passada por feminicídio após matar uma garota de programa que recusou fazer sexo com ele dentro de um motel, em 2021, em Santo André, no ABC Paulista. O cliente deu um tiro no olho esquerdo da vítima dentro do quarto e fugiu.

Caíque Santos Castro foi preso pela polícia à época depois de se entregar. Alegou que o disparo foi acidental, mas a maioria dos jurados não acreditou nesta versão e entendeu que ele teve a intenção de matar Luana Garcia. A vítima tinha 18 anos.

Caíque foi levado a júri popular na última quinta-feira (19), quando foi considerado culpado pelo assassinato de Luana. Ele recebeu uma pena de 12 anos de prisão em regime fechado.

Segundo a Justiça, ele foi condenado por homicídio qualificado com recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio, que é matar uma mulher por menosprezo e discriminação de gênero.

O g1 não conseguiu localizar a defesa de Caíque para comentar o assunto até a última atualização desta reportagem. Em seu julgamento, ele confessou o crime alegando que o disparo foi acidental e ocorreu quando discutia com Luana.

“Afirmou que sacou a arma a fim de que ela se assustasse e parasse de gritar, mas não soube por qual razão a arma disparou”, informa trecho do interrogatório de Caíque, que disse ter comprado a arma por R$ 1.500 na região da Rua 25 de Março, no Centro da capital.

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Do g1
Publicada por F@F em 25.05.2022

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