Pré-campanha de Denise em Sapé tem momento delicado, diz página no Instagram
O que deveria marcar a consolidação de uma pré-candidatura começa a assumir contornos de sobrevivência política
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| Primeira-dama de Sapé, Denise Ribeiro (Foto: Reprodução) |
A semana acumulou crises que atingiram diretamente o núcleo político da gestão municipal. O silêncio do prefeito e do servidor Normando Paulo após o recebimento da denúncia criminal pelo Tribunal de Justiça da Paraíba ampliou o desgaste político do governo em meio à repercussão do caso.
Por unanimidade, o Órgão Especial da corte transformou ambos em réus por suposta usurpação de função pública qualificada. Segundo o Ministério Público, Normando teria exercido influência direta sobre a Secretaria de Finanças mesmo diante de impedimentos judiciais decorrentes de condenações anteriores.
A crise jurídica se soma ao avanço da insatisfação popular com áreas consideradas essenciais da administração. Na saúde pública municipal, aumentam as críticas sobre PSFs fechados, falta de atendimento básico e a situação do Hospital Dr. Sá Andrade, alvo de relatos constantes sobre ausência de medicamentos simples, como soro e dipirona.
Ao mesmo tempo, a prefeitura abriu uma licitação de R$ 1,8 milhão para aquisição de materiais gráficos da rede municipal de saúde, incluindo 100 mil impressões diversas, 80 mil pulseiras hospitalares, 50 mil panfletos e milhares de formulários administrativos. O volume da contratação e a descrição genérica de parte dos itens passaram a alimentar novos questionamentos políticos na cidade.
O cenário se torna ainda mais sensível diante do avanço político de nomes da própria Zona da Mata, como Cilinha Dias @cilinhadias3 , que vem ampliando articulações regionais e ocupando espaço no debate político estadual.
O que deveria marcar a consolidação de uma pré-candidatura começa a assumir contornos de sobrevivência política.
Fonte: @paraibadoispontos0

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