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Julian Lemos é acusado de apresentar notas fiscais de empresa de fachada; Deputado nega

Em nota, o parlamentar da Paraíba declarou que a empresa presta serviços para centenas de deputados dos mais variados partidos

Julian Lemos nega tudo (Foto: PB Agora)
Em reportagem publicada neste final de semana, o Jornal Estado de São Paulo (Estadão) mostra que 20 dos 53 parlamentares do PSL apresentaram notas fiscais de empresas de fachada para justificar reembolso de R$ 730 mil. O deputado federal paraibano Julian Lemos aparece entre os citados.

De acordo com o texto, Julian Lemos, assim como o também federal Heitor Freire, teriam gastado R$ 97 mil da verba indenizatória da Câmara para imprimir panfletos e 70 mil informativos ao todo com um balanço dos primeiros meses de mandato. O jornal acrescenta no endereço da empresa que eles declararam ter tido o serviço prestado, em Riacho Fundo (DF), funciona, na verdade, um lava jato.

O grupo formado por 20 deputados do PSL teriam pedido o ressarcimento de R$ 730 mil por serviços prestado por empresas que, de acordo com a reportagem do Estadão, não existem nos endereços informados nas notas fiscais.

Em nota, o parlamentar da Paraíba declarou que a empresa presta serviços para centenas de deputados dos mais variados partidos, no entanto, Julian ressalta que o Jornal Estadão cita apenas nomes de deputados de primeiro mandato, o que inclui o seu.

Lemos critica os jornalistas do Estadão e avalia a matéria como “desonestidade” e reclama: “Parem de prejudicar quem foi eleito democraticamente, pela vontade do povo”.

Confira nota do parlamentar

O PAPELÃO do Estadão Fake News

“Por vários anos uma empresa presta serviços para centenas de deputados de vários partidos, mas o jornal cita apenas o meu nome e de alguns deputados de primeiro mandato do PSL. Como a empresa seria fantasma se centenas de deputados utilizaram os serviços dela?”, diz.

“Infelizmente é triste constatar que a desonestidade marca o trabalho de alguns jornalistas do Estadão”, criticou. “Lembram do caso da gravação da jornalista Constança Rezende, do Estadão? Em conversa gravada, ela revela que a verdadeira motivação por trás da cobertura negativa da mídia era ‘arruinar’ o presidente Bolsonaro. Revela que eles não estão interessados ​​nos fatos, mas simplesmente em usar histórias negativas”, prosseguiu, antes de encerrar:

“A verdade sempre aparece! Parem de prejudicar quem foi eleito democraticamente, pela vontade do povo, para trabalhar e limpar a sujeira da esquerda que arruína o nosso país! Aceitem que perderam nas urnas, e agora perdem a credibilidade e a seriedade com reportagens mentirosas e tendenciosas”.

Do PB Agora
Publicada por F@F em 04.11.19, às 11h21

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