Opinião! Editor de Fato a Fato comenta primeiro jogo da Seleção Brasileira
Escalação errada
Caríssimo leitor;
![]() |
| Antonio Santos, editor de Fato a Fato (Foto: Arquivo Pessoal) |
No jogo deste sábado, 13, contra a Seleção do Marrocos, além de escalar o time errado, o Mister posicionou os jogadores de forma equivocada, com um meio campo sem muita criatividade, a começar por Cassimiro e Bruno Guimarães e Lucas Paquetá mais na dianteira.
Além de ser um meio campo sem o drible para quebrar a primeira linha de marcação do adversário, os dois volantes e o meia erraram muitos passes no primeiro tempo, fazendo com que o habilidoso e competente selecionado adversário fosse os primeiros quarenta e cinco minutos infinitamente superior ao Brasil.
E quando o meio não marca, deixa de criar jogadas e dificilmente avança, quem "paga o pato" sempre é a zaga, setor tanto cuidado por Ancelloti, mas que numa bobeira no setor de marcação, deixou o centroavante adversário sem o devido cuidado, fazendo com que o Marrocos fizesse um a zero.
Ainda bem que o talento individual de Vini Júnior fez a diferença. Momentos depois de ter sofrido o gol, o atacante do Real Madrid entrou na área adversária pelo lado esquerdo do ataque, driblou um defensor e fuzilou o gol do selecionado marroquino.
No segundo tempo, Carlos Ancelloti desfez o erro cometido na etapa inicial, tirou Cassimiro, botou Fabinho e sacou Ibañez (improvisado na lateral direita), pondo no jogo Danilo, que no Flamengo joga de zagueiro, mas faz a ala direita melhor que muitos.
O selecionado canarinho rendeu ainda melhor quando entraram Luiz Henrique e Matheus Cunhas nas vagas de Igor Thiago e Paquetá. A partir daí, o Brasil criou mais oportunidades de gols que o adversário, mostrando ao Carlos Ancelloti que a escalação inicial foi equivocada.
É bem verdade que o adversário deste sábado trata-se de um selecionado forte, competitivo, habilidoso e de boa qualidade técnica, mas não se compara aos valores individuais do Brasil. Se a nossa Seleção for escalada corretamente, sem interferência exterior ao banco de reserva, há reais chances de avançar no grupo em primeiro lugar.
Daí em diante é só competir com garra, seriedade e fazer com que o nosso futebol prevaleça. Para ser campeão, necessário se faz que o conjunto da obra funcione alinhada. Isso é fundamental. A começar pela a escalação correta do Brasil, sobretudo em jogos difíceis.
Um forte e sincero abraço para todos e todes. Paz e bem!
Por Antonio Santos/Editor de Fato a Fato

Deixe seu comentário