MP investiga repasses públicos da PM de Pilões para Lava-jato
Até o fechamento desta edição, a administração municipal de Pilões e os representantes legais do Lava-jato não haviam emitido pronunciamentos oficiais sobre o início das investigações
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| Sede do Ministério Público em Guarabira (Foto: Divulgação/MPPB) |
A portaria de instauração do procedimento, tombado sob o nº 6/4º PJ – Guarabira/2026 (Inquérito Civil nº 001.2025.123034), foi formalizada no dia 20 de maio de 2026 e publicada oficialmente nesta quarta-feira, 27 de maio. O caso está sob a condução do promotor de justiça substituto, Dr. João Alexandre Targino da Rocha, no âmbito da 4ª Promotoria de Justiça local.
De acordo com o extrato oficial do documento, a investigação teve origem a partir de uma reclamação anônima enviada diretamente aos canais de comunicação da Ouvidoria do Ministério Público estadual. A denúncia aponta, em síntese, indícios de inconformidades de natureza financeira e administrativa nos repasses de recursos públicos municipais voltados ao custeio de serviços prestados pelo Lava-jato “Papa Léguas”.
O estabelecimento sob escrutínio da fiscalização opera territorialmente no município de Cuitegi. O foco central das diligências iniciais do Ministério Público será mapear os contratos firmados, os empenhos emitidos e a regularidade das contraprestações dos serviços de limpeza de frota que justificaram as transferências de capital por parte da gestão municipal de Pilões.
A instauração do inquérito civil é uma medida administrativa padrão que visa colher elementos robustos de prova, depoimentos e documentos que possam confirmar ou descartar o teor da notícia de fato apresentada pelo cidadão anônimo. Caso fiquem comprovados eventuais desvios, falhas em licitações ou prejuízo ao erário, a apuração poderá subsidiar a propositura de uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa.
Até o fechamento desta edição, a administração municipal de Pilões e os representantes legais do Lava-jato não haviam emitido pronunciamentos oficiais sobre o início das investigações.
O espaço permanece aberto para as devidas manifestações e esclarecimentos das partes citadas.
Confira abaixo documento do MP
Fonte: PB Agora


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